quarta-feira, 20 de junho de 2018

nAmoRo a rAinha da fEsta


o amOroso legado nos incEndeia.
há uMa rima de outra HOra, musicada
e políTica.

eLa é miNha úNIca muSa
com abóbora que levemente
gera a fragÂncia feminina.

há naMOros entre as gUerras,
há pEnas sEguras paRa
menos medrOsos de enamorar-se
por uma GUERREIRA artisTa.

((20 junho 2013

terça-feira, 12 de junho de 2018

dois páSsaros no mesmo luGar




aqueles dois revelam sonhos um ao outro e, sempre de mãos dadas, banham-se em uma região
de rumorosas forças

rupestres enamoradas :: hoje, sei que nosso destino é sumamente poético :: desde que escrevo, você tem sido a verdadeira 

mágica que move moinhos – intensidades que permitem averiguar tesouros escondidos em nossa terra :: te dou 

de presente um pequeno apanhado dessas imagens, uma coleção de poemas e fotografias, reunidos nesse blog

chamado “dois pássaros no mesmo lugar” :: ainda não soa como os “cem sonetos de amor” de pablo neruda, mas 

servem para demonstrar toda a dedicação desse menino-homem-aprendiz apaixonado :: te amo ::


segunda-feira, 11 de junho de 2018

a quente forMOsura da revoluÇão brAsileira


loba ((sobre cordura, beleza e maternidade


as formas menos fecundas
em você não existem ::
sempre sopra um vento
espalhando a
semente :: são bênçãos
estas novas pessoas
que florescem :: brotam
como água nova da fonte ::
trazem a poesia escondida ::
como agora, com o caetano
e a anninha ::
falam palavras boas, são
sinais da ternura divina ::
há uma pausa no pensamento,
em se tratando da maternidade ::
mesclam-se serenidade, dor e beleza ::
é preciso elevar a consciência
do mundo, em se tratando de nos
espelharmos nesse oceano de
rigor e simplicidade ::




se nos calamos, ficam todos prostrados
diante dos imperativos da mulher ::
os passos cravados pelos desatinos
da formosa consciência do útero ::
todas as complicadíssimas roseiras
de maio,
com suas cadeias de significado noturno,
pétalas, perfumes e espinhos ::
os segredos de fátima e a potência
sagrada de
mães soberanas como tu,
síLvia, reflexão em decassílabo
ou antropofagia que
secreta
a loba ::
agora vertes novas iluminações
pelas ramagens do ser
com carinho e vocação cuidadora ::
a minha estrela sempre dourada
e tão leve nos passos
de nossa procissão ou dança,
em direção aos formidáveis
castelos brasileiros engendrados
por iemanjá :: (maio 2017)

domingo, 10 de junho de 2018

unguEntos


O vínculo sagrado nos une :: uns ungüentos, uns retiros em direção à paz, lá onde o beija-flor e o vaga-lume
Brincam, a boiada toda se reúne :: somos parceiros, somos a fantasia, e eu te beijo, abrindo o estado interessante
Que favorece a lentidão do amor que casa :: o que favorece é gentil, e entre nós cresce  uma vegetação bem densa,
Onde vive uma solução de vida, em moléculas de ar que com tranqüilidade se respira :: são santidades
Que nos definem, em tábuas




De salvação e grega revelação antiga ::  revivendo segredos, nos afinam o olfato e o paladar, e nos acariciamos
Como golfinhos, coisas penetrando
A pele, um gosto de pólvora e um cheiro de mar, um delicado rosto de bebê por encontrar, com suavidade,
Tolerância e fome :: estico uma rede  com a forma do enxame :: sou um palhaço, com bondade e um trono ::
E assim, À beira de teu castelo e um abismo, sou um amigo olhando e  tocado :: puxando com a ajuda das
Divindades do refinamento umas formas regionais que bicam e saúdam, e lutam por merecer teu  belo olhar,
Forte e açucarado, Que se define pela guerra e o sossego do sagrado feminino :: (2016)


sanTA terRA

Perto
De tudo,
Há um senhor
Meditando,
Sonhando
Com teu espaço ::
Vejo uma
Religião lunar,
Um índio,
Um cocar ::
Uma emocionada
Bailarina
Que usa
Nariz de palhaço
E estica
Os pulsos,
Estica
A alma,
Para alcançar
Os passos
Audazes
Do solar
Sonho americano ::




Aqui de onde
Estou,
Te alcanço
E te vejo ::
E estou por tudo ::
Sei dos reflexos
Que a guerra
Espalha entre
Os sexos ::
Abrindo os olhos
Entendo
Teus velozes
Pensamentos
Para a guerra ::
Aquece-me
Acariciar o teu
Cabelo ::
Tudo isso
Nunca me
Cansa,
Por mais
Que passe
O tempo ::
Componho
Um quadro ::
Possuo
Sinais
Em mim
De um perdão
Para o
Tempo,
E sei que
Vc é sábia
E sincera ::
Somos os
Dois de uma
Trupe
Que sente o suor
De uma grata
Aliança
Com virginais rostos,
Gestações,
Campinas agrestes e
Dinâmicas
Transcendentes ::
Estamos
Com espíritos
Ardentes ::
Somos o reconhecimento
Da adolescência
Em apuros ::
Somos uma
Chuva por onde
O mal não
Caminha ::
Somos tudo
Que espanta
Deselegância,
Desinteligência,
Desproteção
E desutopia ::
Estou
Amando os
Cantinhos onde
O amor
Nos fortalece ::
Potes com
Água por sobre
A mesa ::
Fontes
Que espalham
Leite e mel ::
Os prazeres
Noturnos da
Casa :: as querências,
As toadas,
Os casamentos ::
Sempre mil céus
De núpcias
Quando vc está
Cantando ::
Milhares
De céus de
Núpcias,
A todo momento ::
Relicários,
Bibliotecas,
Forças que
Acodem
Bebês e
Outorgam
Planos
De angelical
Pluralidade às crianças ::
Por toda
A gira ::
Por toda
A parte ::
Do sol
Ao sagrados
Elementos ::
Coisas puras
E encantadas ::
Por
Toda a vida,
Com as bênçãos
Do Espírito Santo ::
Abrindo semeaduras
E esperando colheitas,
Com a arte pura
Da Santa Terra :: (2016)

rAinha


a soma ardente de todas as pretensões de
beleza fazem a rAinha
:: a liberdade com que reverencio
minha artista e noiva, mãe
grata, amorosa e insubmissa,
é algo que a
pinta como única e somente minha, aquisição
a que tenho direito, por ser ] eu
aquele que mais se aproxima
de sua profundidade lírica :: uma mulher em adoração
ao oculto
de nossas terras









gentias, uma procissão
de domingo, pela manhãzinha, um desassossego :: um charme densificado pelo
amor da lama e das massas de pão ::
combato todAs as evidÊncias de quE,
por seRes jóiA rara,
estão sempre querendo,
ou te quebRar,
ou te roubaR
de mim
:: somos uma lenta
voragem a seduzir todos os corações :: somos
a alma branda e vadia :: um corpo inteiro, a carne e o sol de um só brAsil

facebook, 8 junho 2014




iNício

o poder mítico
apenas é o teu
começo ::
contigo, ouço
as heras
e sons das
fortalezas,
lá do início ::
contigo,
sonho o
verso primevo,
de primitivo ::
ascendência
instintiva da
pátria mãe gentia,






os cristais
que cortam
mais profundos ::
revolução
serena, formas
benignas
de selvageria ::
milho bom,
céu do céu,
curas mântricas,
vazão
da abnegação
e da pobreza
que limpa
e cura
:: cura
e limpa

canÇão


naquilo que tens
de amiga,

e naquilo
que sou contigo,

sempre há
algo de calçar

longas letras antigas.

no quinto ato contínuo
desta lembrança mítica

que é vivermos
cinco vezes artisticamente

entrelaçados,
somos

a orquestra
bonita

e sem
modéstia.

em armas ritualísticas,
no que sou,

no que és,
no que posso,

enquanto
representante

de um novo
másculo,

viver e sonhar
contigo,

morrer a amar
em torno

do longínquo
paraíso brasileiro.

terno,
sou o novo

amoroso
de fecundas

e obscuras
regiões

bondosas
e lentas,

sou o pensamento
artista,

sou
o hermético

aposento
em que

buscas o
mais raro

sossego.

sou a labareda
e és oráculo

que pinta.

nesse
ardente

processo,
somos unidos

semente
negra








e vespertina,
abuso

do espectro
de um

deus que
abre-te

como
uma deusa,

coletada
enquanto

pomo onírico
e peito angélico.

a você,
minha estrela,

meu sábio cimento
dessa cidade

que devassadoramente
nos inventa.

meus pés
e minhas urnas,

meus textos,
minhas fortes

experiências,
a amazônia infinita

que nos
pensa,

e nos impele
a força

para outro
forte senso

de justiça.

somos
o belo

e o
feio,

o martírio
renovado,

o passo
mais fundo

que Dioniso
habita,

a cabocla
sensação

de formas
perfeitas

de um cortejo
matrimonial :

te encontrei
serena e bruta,

profetizando
acertos

de contas
entre mitos.

és bela e amorosa
pintura vulcÂnica

seM paciência :

a minha Música RepleTa
resultAnte

dA ciVilizaÇão
bRasileiRa.

(15 de julho, 2013




astroNômico

sou um pensador audaz, por isso te vejo, e consigo te pegar
em um dedo, levemente, brincar d
e alto, tenaz,

poeta, entendedor das gregas posições, dos mares e dos ventos
:: te roubar, tocar cítara, ternamente adorar a tua essência,
te colocar pingentes :: lento e atraído por teus achados, eu vou :: sou totalmente

tomado de assalto, pilhado, forçado a defender-me, para imaginar
as mais belas coisas a teu respeito,
e de teus poderes ::  tenhos os olhos
negros, verdes, melhores, misteriosos, a ansiedade de um professor belo





porque teu pensar aberto
é performático, astronômico, quente e preciso :: teu colo principesco, tua túnica,
teu mar :: sou teu escravo feito do corpo duro das árvores,

tua conquista, teu porto, teu quente amigo :: nego todos os
pontos que não podem te ornar, desde os pés e tornozelos até
os finos astros quentes, no rosto, e nos cabelos ::

aquilo que é quente, eu afago, e vasos mensageiros vertem
sons, sinais, vontade imperial do sertão
ritualístico bondoso, proteção mítica e fonte oriental do
brAsil bordAdo ao som poderosO
de dEus:: (20 fev 2014

boA cidaDE

nadA em 
ti reforçA
uMa
veLha caBeça,
e por issO
ficaRás
paRa sempre
meniNa,
baiana filhA
de nossa
senhoRa,
pela qual
me apaixonei,
em iemanjá,
oxum,
oiá ::
há um bÊnção
sobre
noSSa coseção
e lavação
de todo diA,
nossA cocção,
que
nos revigoRa ::
estOU
enCantado
com a tuA
fronTe
guerreiRa,
de menina e
senhoRa,
como foi e
vem sendo - todo
dia - na
redenção
selVagem de tua
mítica
representação,
coMo
loBa sagraDa,
desordeira,
desregrada
e beatífica ::
a tua cabeça sinfônica representa
todoS
os
mitos .


< diz
Em quE
teU denTro,
carrEgado de jejUns
e troVões, atordoAdo por
milhõEs
de peSadelos,
e jaRdins
pisAdos, de toDA a cidAde,
é o
negRo cume da soLidão,
com um
sOlo em áFrica,
que acenDe
o senSo gueRreiro
da mulhEr :::



 dizEm que eu te domo,
raI
nha,
parA que, no deseSpero,
vocÊ
enguLa em
siLêncio e
manTra toDo o mal
feito ::: para que,
no
casTelo
da raInha,
onde
estÁ um
menino,
eu te perceBa,
anjiNho
sonhAdor,
em silÊncio,
de barba e sonhAdor,
brando
e gUerReiro,
aborígene unTado
pelo
sanGue das tUas
riNhAs ::
dizem que sou
de poRto aleGre,
poTro
redomão e apresSado,
e que
teu passadO
é meu
destino,
que adoecestes,
e que sou tal menino :: que nas foliAS
gerAes
do manTRa aleGre
cotidiAno,
no cenTRo e no merCado,
nós nos
dessalgamos, e
viRamos piSada,
nos
comemOs,
coMo dois passaRinhos,
e bebemoS
cerVeja ::
agoRa, pois
sim,
esTamos aqui,
bem suaDos
e moços,
requisitados o
tempo inteiRo,
beM
corujAs com os netoS
e filHos,
nosSo panDeiro
ainDa tíMido,
tuAs sapatilhAs
perpétuas e bem acesAs :::
nesse forNo
em que fazemoS o pão,
nesSa
cidAde
mundiAl de feliciDade
afliTA
que não entendeMOs,
nos
aplauDem, porqUe
há em toDA
altivez construíDa,
umA






repResentaÇão
daquilO
que
perceBemos
como senDo
a manHã,
do muNdo,
de onDe
saem toDos
os foGos
e mitos :: quero
saBer
como iDioTas
tão perfEitos
vão
nos combater,
não conseguindo
requerer
para
s
I
t
a
m
a
nhA
liturgiA,
algo
que sequer
enTendem ::
não
imporTa
se
noSSas
soleiRAs
estão
puídas,
e os cotovelos,
atravessAdos
nelAs,
belamenTe
se
canSam
todos
os diAs ::
simplesmenTe,
eles
não n
Os enTendem,
porque
tenDem
ao perigo da
salvação
pelo dinheiRo ::
perceBo
a glóRia
em teu halo,
e em umA
arCa
que carreGas,
um poucO
tenSa,
seguRada
ao cOlo,
como
se fosse
um
filHo
coLoCado
em teu
útero,
e que
semearÁ
poesiA
nos campos
de feL :: eu sou essE
martíRio
parA teus olhoS,
e lavo o
teu mar
de sanGue,
paRa
um diA
reergueR
essa taÇa ::
fiQue
benTa
como um
peiXe,
no dia de teu aniverSário ::
fique
revelAção
anímiCa,
com a cauDA
da seReia
bem permanenTe,
por intermédio
de tuAs guiAs
e das tintAs no cabeLo,
corTado à elIs,
que eu me transformo,
por receber
sons
selvagEns
do serTão :: queRo
sentir
teus peitos
e tua maciez aparentaDA
com o vaso mítiCo
de zEus,
queRo
comer
tua proposTa
absuRdA,
quero
padeceR
e jorrAr
inteiRo,
entontecido
e esvaziado,
para
encontrar
a noite e, dePois,
a manhãZinha ::
fico
aqui imiTando a rua,
fiCo
como
galo enCantado,
recolhenDo
ouRo
entRe as bituCas,
fico aqui
peneiRando
sal,
e a cada volTA
da peneiRA
sob o
sol,
penetrA
em mim
o charque litúrgico
da tua
bentA
ovulação, ideias para um eito, um
pedaço
de teRra,
uma rua sagRada,
uma permanente aveniDa ::
estamos saRados, estamos fecundos,
especialmente
estaMos
gaúchos,
revelação dionísca
para noV
AS páginas
muginDo
de lavor ::
estaMos
bem paGos
se ninguÉm
nos elogiA,
recordação
para
a hoRa exata,
tímiDos
como
doiS noivos
que exaLam
o metro
perfeiTo
de uma noVa postuRa complExa
que façA
se reerguEr na cidAde
a poeSia

matrimÔnio

sempre coroei tudo o que fazíamos,
e prossigo hoje,
buscando uma realeza
de que sinto falta no mundo,
e nisso sou mestre ::
dizem que sou louco,
que não tenho consciência
ou jeito para a vida ::
somos, no entanto,
isso, e o que segue agora
é nosso destino ::
há bem pouco tempo
realizamos um rito de
comer e conversar juntos ::
e isso é uma bonita família ::
lembro-me que realizávamos
saraus
ora em fontes escondidas,
outras vezes,
um dicionário de versões
sobre o bRasil
vinha me socorrer ::
um dicionário
de quebrar
espantos e confusões ::
um dicionário
bem orado
junto aos pés
de nossos santos
guerreiros, pais
e mães de uma medicina
cabocla para
os males
das situações
mais pontiagudas porém honrosas,
difíceis,
famigeradas,
margeadas
por pavores
financeiros
e corações partidos ::
um dicionário sobre o bRasil
fornece os tempos
de cozimento, das costuras,
das estações
de frio, das brincadeiras ::
e agora, que a juliana
e o caio
são bem diferentes,
porque
um gosta de rap e outro de funk,
e agora,
que a dedé voa distante,
e que minha poesia realmente
me consola,
e busco a alice e a aninha,
todos os dias,
ancorado no mito de caetano
e de cora,
e entendo que os filhos
nos enchem de mimos e poesia,
como oráculos preciosos que
brotam do fundo da terra,
como colheita e fartura,
acompanhamento para o resto da vida,
sem nos importarmos
com seus sonambulismos, tiques, perturbações,
gastações de dinheiro,
boa ou má índole ::
agora que eu vi e vejo, em nós
e no tomás, todos
os dias, um
menino correndo,
e que esse menino
é um sinal de sabedoria
e conhecimento,
eu acho que
eu me encontrei ::
penso que podemos
agora sentar lado a lado,
você, sílvia
e eu, marcus,
para assistirmos
como que a uma festa
de luz e fogos,
logarítimos, doces
e muita folia, pois uma estrela
brilhou no céu
anunciando a bondade
bem honrosa
e gaúcha que aqui se
faz e fez, com
o suor
de nosso
trabalho,
nosso carinho
nossa persistência,
com a densidade
bondosa e doce de nossas
amarrações ::



e a cada nova
vida que
a nossa se reúne,
noras, genros
e netos,
seus momentos
de angústia
ou amargor,
desconsolo
ou complicação,
maus súbitos,
cabeça estragada,
estaremos
sempre
aqui,
em uma casa
onde se faz
o amor
e onde sobem
sublimes bandeiras, as rendas
e os bolos
das comemorações ::
que seja
nosso esse
espaço,
bem silvícola,
e nessa fronteira
divina,
eu possa te
servir,
com ternura,
honradez
e hombridade ::
que minha
timidez
sempre
te procure,
como no início,
e sejamos
aquilo que
está previsto
desde
o princípio deste
nosso
futuro,
na antevisão
de uma ciranda
de roda,
ou de um folguedo
típico do boizinho
mais arcaico brasileiro,
tradicional,
nordestino ::
que sejamos
fortes
como águas
que mutuamente
ajudam-se
em seus
mistérios
muito mais
que
profundos ::
ao final,
neste chão
que inventamos,
ergueremos
um gládio,
sinalizando
termos
nos tornado
um canto
de matrimônio
indevassável ::
um ponto
batido
e intocável,
quase
que de religião,
mesmo em meio
a toda
a fúria de
de nosso
processo
artístico
de criação
::
e estaremos
então, ali,
juntinhos ::
unidos ::
invictos ::
uníssinos ::
bela e organicamente
inseparáveis :: (julho 2015